Giro Ipiaú

DNA é ‘incontestável’, mas não é o suficiente, diz mãe de Beatriz

Bruno Campos/JC Imagem

Mesmo com as alegações apresentadas pela Secretaria de Defesa Social (SDS) em coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (12), a mãe de Beatriz Mota, morta a facadas há seis anos, em Petrolina, diz que ainda é preciso mais evidências, embora acredite na “prova incontestável” que é o exame de DNA.

De acordo com Lucinha, na conversa que teve com o secretário, não foi esclarecido a ela a motivação do crime, descrita na coletiva de imprensa como a forma encontrada pelo suposto criminoso para silenciar Beatriz após ela ter se assustado com o “contato” do suspeito.

Criança foi morta em escola de Petrolina

“Coisas que precisariam ser ditas aqui não foram. A polícia chegou naquele telefone? Quem ligou para ele? Alguém deu um ‘toque’ avisando que poderia entrar. É visível, a gente recebeu o vídeo com corte, mas ele chega, esconde a faca, recebe uma ligação ou mensagem, coloca o telefone próximo à orelha, como se estivesse recebendo uma ligação, vai num canteiro, pega a faca, bota perto do pé e parte em direção ao colégio. Pelo amor de Deus, não precisa ser nenhum expert para entender que ali alguém avisou a ele”, reclama a mãe.

De acordo com Lucinha, após ter a entrada barrada no prédio da Secretaria de Defesa Social, o secretário de Defesa Social a recebeu. Embora acompanhe as investigações da Polícia Civil de Pernambuco, ela deixa claro que a o processo para federalização das investigações continuam. Leia mais no Correio 24 horas


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