Giro Ipiaú

Moradora de Ipiaú reivindica mudança na forma do atendimento médico da rede privada

Foto: Reprodução

“Costumes, mesmo que antigos e arraigados, podem e devem ser mudados, principalmente quando sabemos os benefícios que irão trazer para a população em geral. O respeito entre as relações paciente-médico é muito importante, por isso uma mudança se faz extremamente necessária e urgente”. A observação é da cidadã ipiauense Vânia Maria Fagundes Ribeiro, participante do grupo precursor de um dos movimentos culturais mais ativos da cultura artística contemporânea local.

Ela constatou que em Ipiaú, como em algumas outras cidades do interior, os médicos costumam atender os pacientes por ordem de chegada, procedimento que traz muitos transtornos para os pacientes, geralmente perdem o seu dia de trabalho por ficarem durante horas esperando a sua vez de serem atendidos, ou terminam usando o velho sistema: vão no consultório, deixam seus documentos, e ficam ligando para o (a) atendente para se informar sobre a quantidade de pessoas que ainda estão na sua frente, e saberem quando devem voltar.

“Para além desses transtornos, há aglomerações desnecessárias e, como estamos passando por uma pandemia, precisamos nos proteger, inclusive de outros tipos de contaminação que circulam em ambientes médicos. Vivemos em uma sociedade civilizada, sabemos que é possível mudar esse tipo de comportamento. Se dá certo em outras cidades, inclusive as grandes, por que não daria certo aqui também?” Questiona Vânia.

Em seguida a observadora sugere: “A comunicação é uma ferramenta muito importante para toda e qualquer mudança comportamental. Se todos os consultórios médicos puserem avisos comunicando aos seus pacientes que a partir de uma determinada data os atendimentos serão com hora marcada, chamando a atenção para uma pequena tolerância de atrasos, certamente os ganhos serão sentidos por ambas as partes”.

Ao concluir seu relato Vânia Fagundes informa: “Em conversas com alguns pacientes constatei que é uma unanimidade as queixas nas demoras de atendimento. Por isso, temos certeza que a mudança desse tipo de comportamento social trará inúmeros benefícios”, e pergunta: Emergências são atendidas em hospitais, não é verdade?  *GIRO/José Américo Castro


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